Alopecia tem cura? Alopecia Androgenética, Eflúvio telógeno e Areata. Entenda o que é alopecia!

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A alopecia é caracterizada pela queda de cabelo! É uma queixa frequente entre o público feminino e masculino. Qual é o principal tipo de alopecia hoje? É a alopecia androgenética! Ou seja, a queda de cabelo programada geneticamente.

Homens e mulheres são afetados pela queda capilar, o cabelo começa a afinar e cair. Geralmente, isto acontece nas fases da variação hormonal. Pode apresentar desde a adolescência, ou entre 40 e 50 anos, que é a fase de variação para homens e mulheres. As mulheres na pré-menopausa, ou durante a menopausa, e os homens na sua fase de variação da testosterona. Embora, tenha-se percebido que essa queixa está alargando essa faixa etária, expandindo para menos de 40 e mais de 50 anos.

Uma das coisas que é importante no tratamento da alopecia é fazer exames laboratoriais, exames de sangue, para se poder avaliar essa questão dos hormônios. E, se necessário, corrigir esse nível de hormônios e tratar os pacientes. Para que esses fios que vão ficando progressivamente finos, e caindo, se recuperem e se mantenham.

 

QUAIS SÃO OS SINTOMAS DA ALOPECIA?

Geralmente, o fio vai ficando mais fino, mais quebradiço. Então, o fio de cabelo não cai por inteiro, ele rompe! Ao pentear o cabelo, percebe-se diversos tamanhos de fios.

Nas mulheres, a região central é a mais acometida. Lembrando que, mulheres que usam frequentemente cabelo preso, tem uma tendência, por tração, de ter o avanço da queda na linha frontal.

Nos homens, a linha frontal é onde se começa a queda capilar. Também ocorre na região de coroa, podendo haver uma progressão da coroa com a linha frontal, desencadeando uma calvície ou alopecia total.

É fundamental observar irregularidade menstrual na mulher, acne, obesidade, aumento de pelo pelo corpo, entre outros sintomas que possam nos induzir a uma questão de variação hormonal.

COMO É REALIZADO O TRATAMENTO PARA ALOPECIA?

A respeito dos tratamentos para a queda de cabelo, o mais comum é se basear em estimulantes dos fios, como minoxidil e outros bloqueadores hormonais. Porém, estes tipos de tratamento são mais bloqueadores, visando estacionar o processo de queda do fio, e tentar recuperar parte da queda. Hoje em dia, o que temos disponível para tratamento, o uso isolado desses produtos, não é assertivo. É importante e faz parte, mas há outras técnicas para associar que são primordiais.

Dessa forma, indica-se o uso de soluções com minoxidil, melatonina e com princípios ativos com fator de crescimento. Soluções tópicas são recomendadas para se utilizar massageando o couro cabeludo, estimulando o bulbo que às vezes vem diminuindo a capacidade de produzir fios. Geralmente se produz de 3 a 5 fios em um bulbo, quando ocorre de começar a produzir apenas um ou dois, deve-se recuperar o bulbo para produzir o fio (antes que ele cicatrize e pare de produzir pois, nesse contexto, a solução seria o implante capilar).

Existem formulações via oral, com suplementação de vitaminas e minerais, como silício, vitamina B, outros complexos vitamínicos e sais minerais. Tratando-se da finasterida, o uso precisa ser controlado, sem tempo prolongado.

Para quem está focado no tratamento clínico, tem-se o microagulhamento, que é muito bom para alopecia, principalmente quando associado a aplicação de fatores de crescimento concentrado. Ademais, há também a mesoterapia, que é a injeção de concentrados de fator de crescimento e outros princípios ativos. Particularmente, gosto muito de combinar as terapias, a mesoterapia e o microagulhamento com fator de crescimento, isto proporciona uma boa recuperação. Para os casos mais graves, o implante capilar é uma opção.

COMO OCORRE O IMPLANTE CAPILAR?

Existem duas técnicas muito conhecidas de implante capilar. Uma é a FUT, aquela que você tira a de couro cabeludo, fatia e vem implantando. Outra é a que a gente usa muito hoje no Brasil e que vem se desenvolvendo cada vez mais, a técnica FUE: implante capilar fio a fio. Não se tem corte ou cicatriz. Portanto, a recuperação é mais rápida, e praticamente indolor. Porém, ela é mais trabalhosa! Temos que pegar bulbo por bulbo, com uma lâmina circular de um milímetro, que vem girando, e cortar em volta do bulbo do couro cabeludo. Tira-se bulbo por bulbo e, posteriormente, aborda-se a região de implante, fazendo cortes de um milímetro, e colocando bulbo por bulbo. É uma técnica contemporânea, que não deixa cicatriz e de rápida recuperação.

 

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